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Grupo | Formação e competências para Gestão e Dados FAIR

Objetivos gerais

  • Contribuir para a capacitação dos diferentes agentes de formação em gestão e dados FAIR nas Instituições de investigação em Portugal.
  • Apoiar a definição de estratégias de formação nas instituições, infraestruturas e comunidades de investigação.
  • Identificar as necessidades de competências para a aplicação na prática dos Dados FAIR.

Objetivos específicos

  • Disponibilizar (agregar) uma coleção de recursos de referência para a formação em gestão e dados FAIR.
  • Propor a definição de um centro de competências em gestão de dados para Portugal.
  • Identificar necessidades e propor um plano de formação para os dados de FAIR.
  • Dinamizar ou propor ações de formação para realização no contexto do Fórum GDI.
Linhas de Ação
Coleção de recursos de formaçãoCompetências em GDI e dados FAIRIniciativas de formação

Próximos eventos

Data Talks

Planos de Gestão de Dados: o que são e para que servem?

Dia. 23 de abril
Hora. 14h30 – 15h00

Resumo.
Um plano de gestão de dados (PGD) é um documento que descreve as práticas e metodologias de gestão de dados aplicadas no contexto de um projecto ou instituição. Isso implica detalhar como os dados serão criados, recolhidos, processados, descritos, preservados, partilhados, e potencialmente reutilizados. Em suma, é um documento que ajuda no planeamento de actividades de gestão de dados. É uma ferramenta fundamental para garantir que existe uma adequada alocação de recursos (humanos e financeiros) a essas actividades. Os PGD são tipicamente requeridos por agências de financiamento como parte do processo de candidatura a financiamento. Tal facto leva a que investigadores de múltiplos domínios tenham que estar familiarizados com a criação e utilização deste tipo de documento.

Orador

João Cardoso é investigador do INESC-ID desde 2013. O seu trabalho de investigação foca-se na área da gestão de dados de investigação, com particular foco na representação de planos de gestão de dados de forma acionável por máquinas. Desde 2019 que colabora com o grupo de trabalho “DMP Common Standard for Machine-actionable Data Management Plans” da Research Data Alliance.  João Cardoso tem um MSc. em Engenharia de Telecomunicações e Informática do IST (2013), e é actualmente aluno de PhD no programa de Engenharia Informática e de Computadores.

Como aplicar os princípios FAIR ao ciclo de vida dos dados?

Dia. 14 de maio
Hora. 14h30 – 15h00

Resumo.
Esta “data talk” reflete a necessidade de discutir os Princípios de Dados FAIR quando se fala em Gestão de Dados, ou em Research Data Management (RDM). O APIS é um arquivo que atua no domínio da preservação e divulgação de dados de pesquisa em ciências sociais; fazendo parte da infraestrutura PASSDA, é também membro do consórcio CESSDA (Consortium of European Social Science Data Archives).

Sediado no ICS-ULisboa, o arquivo visa a aquisição e partilha de dados digitais para efeitos de consulta pública, análise secundária e utilização pedagógica; portanto, ao lidarmos com dados de pesquisa, somos obrigados a conhecer os princípios FAIR e a transmitir as principais diretrizes e outras preocupações aos investigadores. Neste contexto, o intuito principal da “data talk” será abordar os aspetos centrais e as implicações dos princípios FAIR, com base no ciclo de vida dos dados, e tendo em vista as boas práticas na gestão de dados.

Oradora

Patrícia Miranda concluiu a Licenciatura em Sociologia (2003) e o Doutoramento em Sociologia da Família e da Vida Quotidiana (2010), ambos pelo ISCTE-IUL. Desde abril de 2019, trabalha como data manager, gestora de dados, no APIS (Arquivo Português de Informação Social), com sede no ICS-ULisboa (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa).
https://www.cienciavitae.pt//pt/3E18-ABFA-F5D0

Utilização de dados sensíveis para investigação – perspectiva de uma médica

Dia. 11 de junho
Hora. 14h30 – 15h00

Resumo.
Nesta “data talk” iremos apresentar o projecto “aMILE – Aplicação de text mining no estudo de doentes com leucemia mielóide aguda”, o qual tem como objetivo a criação e validação de algoritmos capazes de extrair dados clínicos de relatórios médicos, garantindo a privacidade e segurança dos dados originais.

Oradora


Rita Rb-Silva concluiu o Mestrado Integrado em Medicina na Universidade do Porto (2010) e o Doutoramento em Envelhecimento e Doenças Crónicas na Universidade do Minho (2019). Durante o seu percurso académico e profissional, deparou-se com a necessidade de desenvolver competências para a gestão de dados sensíveis. O interesse crescente por esta área levou-a ao projeto aMILE, escrito em 2019, agora a dar os primeiros passos.
www.linkedin.com/in/rita-rbsilva
https://orcid.org/0000-0002-1422-0974

Membros

  • André Vieira – Universidade do Minho (Coordenador)
  • Alexandra Cartaxana – PRISC/MNHNC/ULisboa
  • Ana Alves Pereira – FCT UNL
  • Ana Cristina Gomes – Ufra/Brasil
  • Anabela Costa – i3S
  • Andrea Martins – Universidade de Aveiro
  • Antónia Correia – Universidade do Minho
  • Carla Patinha – FCCN
  • Cátia Carvalho – NOVA FCSH
  • Cátia Teles e Marques – NOVA FCSH
  • Clara Boavida – ISCTE-IUL
  • Cristiana Vieira- MHNC e Infraestrutura PRISC
  • Cristiane Bastos-Silveira – cE3c, Ulisboa
  • Dina Rocha – IPSantarém
  • Elizabete Cristina – UNESP/Brasil
  • Emilia Pacheco – UAlg
  • Fernanda Gomes Almeida – UFMG – Brasil
  • Filipa Pereira – FCCN
  • Filomena Borba – ISCAL-IPL
  • Helena Amaral
  • João Cardoso – INESC-TEC
  • João Dias – UCP
  • Jorge Noro – Universidade de Coimbra
  • José Carvalho – Universidade de Aveiro
  • Licínia Ferreira – Universidade de Coimbra
  • Luís Ceríaco – MHNC
  • Luís da Costa – MARE
  • Madalena Carvalho – UAB
  • Mafalda Lopes – FPCEUP (UPorto)
  • Maria João Carapinha – ESTESL IPL
  • Michele Gomes da Rosa – CCUL
  • Palmira Carvalho – PRISC/MNHNC/Ulisboa
  • Patrícia Dias de Melo – FCT UNL
  • Patrícia Henning – UNIRIO
  • Patrícia Miranda – APIS, ICS
  • Paula Moura – Universidade do Minho
  • Pedro Moura Ferreira – ICS
  • Pedro Principe – Universidade do Minho
  • Ricardo Jorge Lopes – MHNC e Infraestrutura PRISC
  • Rita Ribeiro Silva – IPO-Porto
  • Salima Rehemtula – NOVA FCT
  • Simone Faury Dib – Fiocruz
  • Susana Lopes – Universidade de Aveiro
  • Viviane Veiga – Fiocruz